Desde o século XIV, o golfe vem encantando e atraindo jogadores para um esporte que, desde os primórdios de sua prática, atrai jogadores e entusiastas, ao ponto de ter sido proibido pelo rei Jaime II da Escócia, que considerava o golfe como uma atividade que atrapalhava o interesse do país.

A origem do golfe ainda é controversa, sendo disputada entre ingleses e escoceses, mas o que se sabe é que o golfe moderno deriva de inúmeros outros esportes que utilizavam a combinação de bola e taco, havendo inclusive registros de jogos egípcios que seguiam esta dinâmica. Podemos dizer que o golfe como conhecemos hoje é muito semelhante a um antigo jogo romano chamado paganica, onde os jogadores, utilizando uma espécie de taco, precisavam arremessar bolas de forma que estas acertassem em alvos, que poderiam ser troncos, pedras ou qualquer coisa que fosse determinada.

Acredita-se que, conforme o império romano avançou territorialmente, este jogo foi se tornando mais popular, recebendo adaptações até chegar ao formato de jogo que conhecemos hoje. Há, por exemplo, relatos de jogos celtas, gaélicos e ingleses que seguem o mesmo estilo do golfe como conhecemos hoje. Existem, inclusive, registros de um jogo utilizando bola e taco na China, extremamente semelhante ao golfe, mas que é praticamente ignorado pelos pesquisadores ocidentais já que a maioria dos estudos e registros deste esporte estão disponíveis apenas em chinês; porém o Chuiwan é retratado em registros desde o século I d.C..

Seja ele escocês, inglês, romano ou chinês, o golfe aos poucos foi se popularizando e se tornando cada vez mais conhecido e praticado pelo mundo. Vale a pena lembrar que o golfe não depende da formação de times para que se consiga um bom desempenho, apenas da habilidade individual, algo que o torna atraente para muitas pessoas que não apreciam esportes de equipe.